(Por falta de tempo, ou desculpa usada em nome dele, apareci por estas paginas, refletindo o)
Falamos tanto em tempo
ter tempo
arrumar tempo
administrar tempo
Falamos tanto em cria lo
arruma lo
encontra lo
De fantasias e ilusões
vivemos de embromações
pois tempo é desculpa
pois o tempo não tem culpa
Tempo não é dinheiro
dinheiro é agilidade,
jogo de cintura, capacidade
Tempo é só substantivo
subjetivo
incompreendido
Quer tempo?
Manifeste, aja
Não desanime
Nem se conforme
Seja sublime
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quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Na hora certa,imprevisto
Com ele no braço,sinto me mais segura.
Não sei se o controlo, ou se ele me manipula...
Marco tudo cronologicamente, em minha mente.
Cada minuto com seu compromisso,
mas na minha agenda, sem lugar de imprevistos...
O pneu furado, a reunião desmarcada...
Então ele vem e não perdoa,o pequeno objeto no meu pulso, confirma...
e muda o curso do meu dia, acabou toda a rotina.
No final o tempo que se faz no rélogio não me controla, se eu aceitar os imprevistos...
ou ele me engana criando obstaculos, para definir, quando devo fazer, o que tenho que fazer;
No espaço físico do universo, o ponto do relogio é so mais um simbolo de algo que não controlamos, nem definimos,muito menos premeditamos, somente acompanhamos...
Mas se o tempo é o responsavel pelo imprevisto...então ele é generoso,honroso.
Afinal não marcamos no relogio, nem na agenda de compromissos, quem vai nos magoar,nem quem vamos encontrar na fila da padaria, nem quem iremos conhecer...
Mudaremos o curso do relogio marcado,por algo não premeditado,
mudaremos o rumo da vida, em contra partida,por um novo rumo tomado!
O tempo como sempre, será o fenômeno oculto, indefinido e intrigante até ao mais sábio dos poetas.
O acaso inexistente, na obra do que tinha realmente que acontecer.
Não sei se o controlo, ou se ele me manipula...
Marco tudo cronologicamente, em minha mente.
Cada minuto com seu compromisso,
mas na minha agenda, sem lugar de imprevistos...
O pneu furado, a reunião desmarcada...
Então ele vem e não perdoa,o pequeno objeto no meu pulso, confirma...
e muda o curso do meu dia, acabou toda a rotina.
No final o tempo que se faz no rélogio não me controla, se eu aceitar os imprevistos...
ou ele me engana criando obstaculos, para definir, quando devo fazer, o que tenho que fazer;
No espaço físico do universo, o ponto do relogio é so mais um simbolo de algo que não controlamos, nem definimos,muito menos premeditamos, somente acompanhamos...
Mas se o tempo é o responsavel pelo imprevisto...então ele é generoso,honroso.
Afinal não marcamos no relogio, nem na agenda de compromissos, quem vai nos magoar,nem quem vamos encontrar na fila da padaria, nem quem iremos conhecer...
Mudaremos o curso do relogio marcado,por algo não premeditado,
mudaremos o rumo da vida, em contra partida,por um novo rumo tomado!
O tempo como sempre, será o fenômeno oculto, indefinido e intrigante até ao mais sábio dos poetas.
O acaso inexistente, na obra do que tinha realmente que acontecer.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Tempo indefinido
Tempo ...
Não posso defini-lo
Não sinto-o
Não vejo-o
Tempo...
Não posso compara-lo
Não tem igual
Não tem parecido
é tempo pingado
é tempo esgotado
é tempo enrolado
Tempo...
Nada sabemos
Só programemos
a agenda
a legenda
A historia
que faremos.
Não posso defini-lo
Não sinto-o
Não vejo-o
Tempo...
Não posso compara-lo
Não tem igual
Não tem parecido
é tempo pingado
é tempo esgotado
é tempo enrolado
Tempo...
Nada sabemos
Só programemos
a agenda
a legenda
A historia
que faremos.
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